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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Excesso de Advogados, salários de magistrados, ritmo da Justiça e sindicalismo

(Em IOnline)


(Em TVI24)


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Compromissos da candidatura: os Advogados e a Justiça (12)

Tribunais e Advogados

É urgente desfazer a ideia de que os juízes são órgãos de soberania ou que são os únicos titulares do órgão de soberania que são os tribunais. Estes só funcionam se forem integrados por magistrados (juízes e procuradores) e Advogados. Nenhum dos participantes da administração da justiça poderá invocar a titularidade exclusiva do órgão de soberania que são os tribunais. Estes não funcionam sem advogados. Em bom rigor, não poderá haver tribunais sem advogados. Isso seria sempre uma aberração.
É, pois, necessário alterar a «carpintaria dos tribunais» em ordem a que os Advogados estejam ao mesmo nível do Ministério Público. O MP representa a acusação e, por via disso, é portador do interesse punitivo do Estado. O Advogado representa os cidadãos e, por via disso, é o defensor dos seus direitos fundamentais. Não existe qualquer fundamento sério para que, na actual «carpintaria dos tribunais» os interesses punitivos do estado estejam numa posição superior à dos direitos fundamentais da pessoa humana. Não há qualquer razão válida para que a acusador e julgador se sentem lado a lado e o defensor seja colocado num patamar inferior.
(A. Marinho e Pinto - Programa de Acção)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Marinho Pinto quer juízes «com mais maturidade e experiência»

"O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, defendeu hoje que deve haver um «novo paradigma» de juízes assente em «pessoas com mais maturidade e experiência de vida».
Falando numa palestra em Santarém, onde apresentou o seu livro «Um combate desigual», Marinho Pinto, que se recandidata ao cargo, afirmou também que «não pode haver juízes vitalícios» e que «não se pode ser magistrado com apenas 25 ou 26 anos de idade».
Para António Marinho Pinto, os jovens magistrados «saem deformados da escola, como do Centro de Estudos Judiciários, onde lhes enchem a cabeça de tecnicidades jurídicas e pouca capacidade para julgar determinadas matérias, como o Direito de Família»."

"Marinho Pinto quer juízes com mais maturidade"


"O bastonário defende que deve haver um "novo paradigma" de juízes assente em "pessoas com mais maturidade e experiência de vida".
Marinho Pinto disse ainda que "não pode haver juízes vitalícios" e que "não se pode ser magistrado com apenas 25 ou 26 anos de idade".
Para o bastonário da Ordem dos Advogados, os jovens magistrados "saem deformados da escola (CEJ), onde lhes enchem a cabeça de tecnicidades jurídicas e pouca capacidade para julgar."
(Em Económico)