"Ao fim de quase três anos de exercício das funções de Bastonário para que foste eleito, entendo que é altura de fazer apreciação global do trabalho desenvolvido e do mérito da tua reeleição.
Como todos nós, tens méritos e defeitos, mas não há duvida de que, para além do imenso trabalho desenvolvido e de que fui tomando conhecimento, há alguns pontos que não posso deixar de salientar e que não nos deixam outra alternativa do que a tua reeleição e que são desde já os seguintes:
A visibilidade da Ordem dos Advogados e o prestígio do Bastonário
É inegável que a Ordem dos Advogados adquiriu com a tua presidência uma visibilidade e compartilha contigo o prestigio que para ela carreaste.
Tens e temos todos nós um apoio público indisfarçável e poucos haverá que não deixem de te dar razão quando te ouvem denunciar a corrupção, a fraude que é o excesso de licenciaturas em direito, a prepotência dos juízes, etc., etc...
Antes de ti, houve uns Colegas que passaram por esse cargo como cão por vinha vindimada, mas perdiam-se no exercício de vénias enquanto a nossa posição de pilares da justiça de degradava.
Atenas ardia e os Bastonários deleitavam-se no seu esplendor.
Tu vieste à terra de todos nós.
Chamaste os bois pelo nome com uma coragem indiscutível e indestrutível.
Foste um Bastonário perfeito?
Óbvio que não. Tens os teus defeitos, os teus erros, mas quem os não tem?
O certo é que és o melhor Bastonário, se não o único Bastonário desde que me conheço como advogado.
Tenho honra em fazer parte da Ordem desde que a ela presides, enquanto até aí, vivíamos numa paz lamacenta, sem fulgor, sem alma.
Os teus defeitos.
Dizem que és arrogante.
Não compartilho desta ideia.
Quando o Juiz Martins do Sindicato, pelo facto de um Ilustre Colega nosso ter criticado uma decisão judicial que dizia respeito a um irmão seu, teve o topete pedir a dissolução da nossa Ordem.
Se tu fosses arrogante, terias dito em voz de trovão que o Sindicato dos Magistrados Judiciais é que deveria ser dissolvido e isto porque
Como todos nós, tens méritos e defeitos, mas não há duvida de que, para além do imenso trabalho desenvolvido e de que fui tomando conhecimento, há alguns pontos que não posso deixar de salientar e que não nos deixam outra alternativa do que a tua reeleição e que são desde já os seguintes:
A visibilidade da Ordem dos Advogados e o prestígio do Bastonário
É inegável que a Ordem dos Advogados adquiriu com a tua presidência uma visibilidade e compartilha contigo o prestigio que para ela carreaste.
Tens e temos todos nós um apoio público indisfarçável e poucos haverá que não deixem de te dar razão quando te ouvem denunciar a corrupção, a fraude que é o excesso de licenciaturas em direito, a prepotência dos juízes, etc., etc...
Antes de ti, houve uns Colegas que passaram por esse cargo como cão por vinha vindimada, mas perdiam-se no exercício de vénias enquanto a nossa posição de pilares da justiça de degradava.
Atenas ardia e os Bastonários deleitavam-se no seu esplendor.
Tu vieste à terra de todos nós.
Chamaste os bois pelo nome com uma coragem indiscutível e indestrutível.
Foste um Bastonário perfeito?
Óbvio que não. Tens os teus defeitos, os teus erros, mas quem os não tem?
O certo é que és o melhor Bastonário, se não o único Bastonário desde que me conheço como advogado.
Tenho honra em fazer parte da Ordem desde que a ela presides, enquanto até aí, vivíamos numa paz lamacenta, sem fulgor, sem alma.
Os teus defeitos.
Dizem que és arrogante.
Não compartilho desta ideia.
Quando o Juiz Martins do Sindicato, pelo facto de um Ilustre Colega nosso ter criticado uma decisão judicial que dizia respeito a um irmão seu, teve o topete pedir a dissolução da nossa Ordem.
Se tu fosses arrogante, terias dito em voz de trovão que o Sindicato dos Magistrados Judiciais é que deveria ser dissolvido e isto porque